Doença Cardíaca e tipo de personalidade A e B

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Doença Cardíaca e tipo de personalidade A e B

Mensagem por Admin em Qui Mar 13, 2014 1:40 pm

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Muitos estudos mostram o fator tipo de personalidade e a incidência da doença cardíaca para estes indivíduos.
De acordo com Silva (1998, p.84) “além dos vários fatores externos e objetivos, não há como negar que, submetidas a idêntica situação geradora de tensão, as pessoas apresentam respostas distintas. Além disso, há, sem dúvida, pessoas cujo perfil psicológico e conseqüente padrão de comportamento as tornam mais propensas a vivenciar de forma mais danosa o estresse e consequentemente sofrer os efeitos nocivos. Este componente individual, embora sofra influência da profissão e do meio no qual vive a pessoa, depende, primordialmente, do seu temperamento e personalidade.(…), divididos assim em dois grupos de comportamento, A e B, no qual os integrantes do integrantes do grupo A são indivíduos extremamente competitivos, sempre plenos de tarefas a cumprir e com falta de tempo. Com freqüência sacrificam, em nome do trabalho, suas férias e seu descanso e, mesmo de férias, não relaxam por inteiro. E os integrantes do grupo B, ao contrário, são tranqüilas, lentas, raramente se comprometendo com prazos rígidos. Evitam assumir múltiplas tarefas simultâneas e encargos extras: não somente gostam de descansar como, o que é mais importante, sabem fazê-lo.”
Em 1956, Friedman e Rosenman citado por Myers (1999), realizaram um estudo referente aos tipos de personalidades e os padrões de comportamentos dos indivíduos e descobriram que, sujeitos que possuem personalidade tipo A são mais reativos, determinados, impacientes, preocupados com o tempo, supermotivados, com uma agressividade verbal e irritação fácil, enquanto que indivíduos que possuem personalidade tipo B, são mais calmos e descontraídos, assim, os indivíduos de personalidade tipo A são mais propensos à doença cardíaca, de acordo com seu temperamento e comportamento, porque fumam mais, dormem menos, tomam mais bebidas cafeínadas, fatores estes que contribuem e provocam riscos coronarianos  nos mesmos, isto porque os níveis de pressão e pulsação sobem e as secreções hormonais aumentam, quando pressionados frente a um desafio ou ameaça, diferentemente dos indivíduos de personalidade tipo B, que permanecem calmos.
Segundo Jurkiewicz (2003,p.43) “uma doença pode dar o resultado ou marcar o início do processo de adoecer, o que de qualquer forma vai incidir no curso da vida de uma pessoa. Estar doente implica em conviver com uma série de mudanças decorrentes de uma doença, tais como, as inibições das funções vitais, mudanças nos hábitos de rotina, relacionamentos e capacidade reprodutiva. Isso num período que pode variar de dias, meses ou até anos. Uma pessoa pode também se identificar com a doença quando esta passa dar um novo sentido à sua existência. Ao contrário, pode perder o interesse pela vida com o adoecer”.
Hallage (1990), relata que, as emoções, os esforços físicos e as substâncias excitantes refletem no funcionamento do coração do indivíduo, elevando o seu ritmo cardíaco, seu pulso e a pressão arterial. Fatores psicológicos, como os sentimentos de raiva, ansiedade e medo também podem contribuir para este processo acelerando os batimentos cardíacos, tornando intensa a atividade simpática do indivíduo. Assim, antagonicamente, os sentimentos de abandono, tristeza e desesperança podem provocar uma desaceleração do ritmo cardíaco.


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