Síndrome da Alienação Parental.

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Síndrome da Alienação Parental.

Mensagem por Admin em Sex Mar 07, 2014 11:24 am

Olá a todos, é um prazer editar mais um tópico  Very Happy Very Happy

    A síndrome da alienação parental é uma questão discutida na [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]e no divórcio quando o casal [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]e/ou quando o divórcio litigioso trás conseqüências que afetam o comportamento dos filhos. [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]são situações que muitas vezes provocam grandes estresses e desencadeiam conflitos, os quais podem trazer conseqüências desastrosas quando tem crianças envolvidas e [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]Um dos parceiros ou ambos por se contrapor e não aceitar às questões discutidas no divórcio, exerce comportamentos inadequados e prejudiciais às crianças, principalmente quando as usam para tirar proveito e angariar vantagens sobre o parceiro influenciando o comportamento dos filhos, às vezes criando alianças perigosas com os filhos como forma de ataque ao outro.
    Maier e Lachman (2000) verificaram que a [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]devido ao divórcio prediz conseqüências negativas para a saúde das crianças que podem afetar tanto a nível psicológico quanto físico. As crianças sofrem emocionalmente e psicologicamente, quando seus pais se divorciam e estas conseqüências negativas são potencializadas quando os filhos são constantemente expostos a conflitos entre seus pais. Do mesmo modo, a relação entre a criança e seus pais podem
mudar devido ao poder paternal que cada um exerce durante o processo de separação, influenciando muitas vezes as crianças a agir contra o outro parceiro.
    As crianças durante este período de transição e adaptação são muito susceptíveis a incorporar as perdas e a tristeza de cada um dos envolvidos e a de tentarem cobrir e satisfazer a necessidade de atenção dos progenitores, principalmente quando detectam que um está sofrendo mais do que o outro.
NO entanto, a vulnerabilidade emocional da criança não permite que consiga ter uma maior compreensão sobre o que está acontecendo, ficando a mercê da manipulação que um dos pais, ou ambos, pode fazer na tentativa de atacar o parceiro por meio de chantagens emocionais, usando a criança como escudo ou como ataque e angariando vantagens para si. Estas conseqüências podem inclusive influenciar de tal forma os filhos que estes mais tarde pode refletir em suas relações as dificuldades emocionais vivenciadas neste período e desta forma, evitando relações mais consistentes ou gerando agressividade, crises de ciúmes e conflitos amorosos.
    Neste período de separação as crianças enfrentam maior ansiedade, medo do futuro, insegurança, sentem-se confusas e perdidas, não sabendo em quem acreditar, inclusive no que é o amor. Acham que a atenção que sempre acreditavam que iriam receber de ambos com a separação isso pode não mais ocorrer e irão perder parte deste carinho. As crianças vivenciando os conflitos reais de uma separação litigiosa podem construir crenças sobre apoio social precário, possuem pior autoconceito, medo de abandono, dificuldades em comportamentos interpessoais, queda de rendimento escolar e cognitivo, autoculpa, etc.
O efeito do estresse de uma separação litigiosa pode ser diminuído se pelo menos um dos pais oferecer proteção e recursos positivos para este enfrentamento.
     A investigação tem enfatizado a importância dos serviços sociais de apoio e incentivo positivo para a criança após o ajustamento paternal por conseqüência de um divórcio.
O apoio psicológico e o acompanhamento da criança durante o processo de adaptação ajuda muito no esclarecimento, na expressão dos sentimentos e no acolhimento das fantasias que a criança cria na tentativa de entender os conflitos parentais.
Alem disso, quando existem tensões sobre os familiares, os avós, desde que também com comportamentos e atitudes adequadas, podem ajudar a prestar apoio suplementar com as crianças.


Agradeço a todos, até mais  Very Happy  Very Happy 
Créditos:psicologiananet.com.br
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